Planeta Terra e os seus actuais zombies!
Triângulo das Bermudas!
Temos o prevílégio, doado pelos deuses, de ter um planeta acolhedor, que nos permite viajar por um passado, embora desconhecido, pelo presente problemático e, quiçá, por um futuro incerto. Mas será?
| Terra (azul)como observada pelos astronautas da Artemis II |
In illo tempore, o céu de Mogadouro e arredores, tal como observado por Trindade Coelho, ainda não revelava objectos estranhos (satélites) que varriam o espaço celeste, visível , em velocidade estonteante. Já vão longe os tempos em que o Sputnik varria os céus, para espanto dos terráqueos. Que fazem os homens poderosos da actualidade? Nestes tempos de Putin's , Trump's, Netanyahu's e outros menores não declarados. Manipulam toda a humanidade, a seu bel prazer, através dos seus poderes diversificados para alcançar os seus objectivos em proveito próprio, a pretensa defesa dos seus povos, esmagando pela força bruta os seus vizinhos. Invocam os seus deuses para tal recorrendo a figuras e seitas judaico-cristãs, cada qual à sua maneira. Usam a invocação dos seus deuses e seitas para prosseguir os seus objectivos bem terrenos: conquista da governança do mundo, ou parte dele, sem olhar a meios. A guerra como instrumento de imposição é contrária ao senso comum da humanidade. A ética e a moral não fazem parte destes zombies. O sangue derramado nas várias guerras, actuais e passadas, não perturba o sono dos ditadores ou dos autocratas. Os ditadores e os autocratas da actualidade nada aprendem do passado, seguem apenas a reformulação das tragédias humanas com o seu cortejo de horrores. Pelas bandas do xisto e granito ficam os registos da I GG, na dor e desgraça dos soldados e famílias. Da II GG, ficou o registo tenebroso do ditador Hitler. Teve e tem os seus seguidores. Ironia de Netanyahu, que conhecendo o sacrifício do holocausto do seu povo judeu, rivaliza em crueldade e tirania com os seus métodos (dele Hitler). Palestina, Libano e Irão, tudo reduzido a cinzas pela ideologia sionista do grande Israel. Não vale embaixadores utilitilizarem o termo terrorista aos seus inimigos históricos. Vamos cair ,obviamente na célebre e digna frase de Guterres. Nada surge do vazio,
As pessoas cultas e honestas conhecem a história do movimento sionista e da sabida ambição da criação do grande Israel. A imprensa internacional (poderosa) encarrega-se de propagandear a eminente construção da bomba nuclear por parte do Irão, apontando o indiciado objectivo da destruição de Israel segundo uns ou negado por outros. Comentadores/as, comentadeiros/as e militares divagam a favor ou contra estas proposições. A população (sem conhecimento de causa) assiste, dormente , não vá o MOU ir para Madrid sem o seu conhecimento imediato. Quando se acordar é tarde, mesmo aplicado ao mundo vermelho. Da ganhuça desenfreada de Trump (petróleo, venda de armamento, especulação de mercados,...) se aproveita Netanyahu. Trump (hoje já reconhecido em muita imprensa) não passa de uma marioneta às mãos de Netanyahu. A imprensa espalha bitaites sobre a arma atómica do Irão, mas que dizer do arsenal atómico de Israel (não confirmado nem desmentido por Israel) ? A imprensa internacional nada diz ou (muito raramente) a isso se refere.
Na invasão do Iraque pelos americanos foi a inventona da existência de uma arma de destruição maciça. Durão Barroso, cá do burgo, serviu de pateta alegre, mas com boas compensações monetárias. A este se segue nova investida do inexistente M.N.E.-P. Rangel. Os aviões de combate dos USA, lá pela base dos Açores, certamente levavam bombons para o Médio Oriente. Putin, invasor da Ucrânia, esgrime os seus argumentos com base no conceito de mãe-Rússia, na luta contra o fascismo, no renascimento da outrora poderosa URSS. A Europa infantilizada já não conta, nem para o bem nem para o mal.
O mundo zombie, em que somos forçados a viver, não pode transformar-se num mundo sem pingo de humanidade, sem ética e moral. O desrespeito pela lei internacional, leva à imposição sangrenta da lei da força bruta. Cenas reais amplamente divulgados na T.V., imprensa escrita e media. O poder da ciência das nações postas à disposição do novo colonialismo imperialista, do sionismo terrorista, com conquista violenta de territórios. Longos estudos sobre a teoria das guerras, não impedem a submissão dos povos a estes novos tiranos. O voto do povo, serve-lhe de pretexto para as ambições desmedidas e desumanas. Netanyahu, é um fugidio à justiça israelita e ao Tribunal Internacional, que não aceita A corrupção como pano de fundo. Trump, cercado por problemas de outra(s) índole(s). Putin, da mesma igualha. O Tribunal Internacional de Haia, desrespeitado e nem sequer aceite por estes artistas, mora em parte incerta.
Da lógica da guerra, uma vez iniciada não há mais explicação para o caos instalado. Os contendores reclamam, apenas, as suas vitórias. A derrota dos humilhados inocentes da guerra não é senão contabilizada nas estatísticas como meio de propaganda. Em tempos distantes, e ainda não saído do mundo da inocência, recordo a leitura num jornal a notícia do Sputnik(1957), que viria a confirmar por observação directa, em varrimento apressado do céu, muito acima dessas terras de xisto. Ignorante de primária à epoca, tal como muitos outros da minha geração, ouviria falar de Tsiolcovsky , da sua célebre equação (1903) que viria a ser a base de construção dos foguetes e da Aí entram os homens de xisto aeronáutica moderna. Assim começou, por intermédio deste russo, sem grande formação académica, a corrida ao mundo espacial actual.
Reminiscências deste passado, inserido na ciência , ficou registado no célebre manifesto alemão dos 93 (1914), justificando o apoio à Alemanha na I GG1. A aplicação prática dos foguetes iria surgir muito mais tarde, com os cientistas alemães Von Braun e colaboradores. Do sector industrial alemão surgiu toda a panóplia de armas mortíferas conhecidas da I GG. Do sector industrial de excelência surgiu pela mão da Krups, o célebre canhão que conseguia atingir Paris de uma distância de 120 Km (1918). Parisienses atónitos, apontavam para bombardeamentos de Zeppelin´s. O resultado da corrida aos armamentos, revelado pelas trincheiras, mortíferas e de consequências horrendas para a carne para canhão. Aí entram os homens da terra de xisto, nomeadamente os RI 1o e 13. O tratado de Versalhes fez surgir na Alemanha o descontentamento e insatisfação, que conduziu a uma Alemanha militarista, liderada por um dos piores tiranetes que o mundo produziu. Hitler, agora chanceler, pela via democrática, conduziu a Alemanha para um beco sem saída. O desenlace foi a derrota do nazismo na II GG, com todas as conhecidas consequências. O desenvolvimento larvar da rivalidade russo-americana pela conquista do espaço seguiu de imediato, captando quer russos quer americanos os cientistas alemães do domínio dos foguetes V2 (von Braun, pela América). O conhecimento científíco, bem aplicado, digno e honrado para bem de toda a humanidade foi caindo paulatinamente nas mãos de políticos e industrialistas do armamento para a guerra. Ganhuça fácil e astronómica, nas mãos de quem explora a morte de um outro ser humano. O valor da própria ciência é questionada e a discussão do seu uso final, amplamente discutido.{Só os muito distraídos, não ouvem notícias sobre a Ucrânia, o Irão, Israel, Gaza e tutti quanti. A geração actual sabe das guerras do Vietname, Coreia do Norte, Afeganistão, e dos vários terrorismos que pululam pela terra, com pretensas justificações}. A ciência, supostamente neutra, é aplicado em armas mortíferas e horrendas que visam a maior destruição possível de seres humanos.
A geração pós II GG (anos 50), não voltaria a registar um conflicto de semelhante dimensão, embora guerras andassem sempre presentes, quer no mundo capitalista quer comunista. Paz relativa, em grande parte conseguida pela Guerra Fria, baseada no equilíbrio do terror. Terror atómico, diga-se. A conquista espacial, com os seus sucessos científicos {A Apollo 11 (americana)pousou na Lua em 20 de Julho de 1969-com Neil Armstrong e Buzz Aldrin}. Da leitura inocente da notícia sobre o voo de Iuri Gagarin em 12 Abril de 1961), passou-se à alunagem transmitida pela TV, à qual assisti. O que se passava nos bastidores dos mandantes, em tempos de Guerra fria não era percebida pela maioria do cidadão. Em jogo de sombras e penumbras, tal como hoje, existe um mundo subterrâneo que se movimenta. Faz parte da história, o lançamento de duas bombas atómicas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Hoje, em dia, é grande a informação sobre o assunto. O texto abaixo indicado obtido pelo COPILOT (search) resume:
"As bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki foram lançadas pelos Estados Unidos nos dias 6 e 9 de Agosto de 1945, respectivamente. A bomba "Little Boy", que atingiu Hiroshima, continha urânio-235 e gerou uma explosão equivalente a 20 mil toneladas de TNT, enquanto a bomba "Fat Man", lançada em Nagasaki, continha plutónio-239 e foi ainda mais poderosa. Esses ataques foram os únicos na história a utilizar armas nucleares contra alvos humanos e tiveram um papel crucial na rendição do Japão, marcando o fim da Segunda Guerra Mundial"
Bomba atómica- Símbolo da irracionalidade máxima
Não é intenção alarmar espíritos, mas tão somente alertar para os acontecimentos recentes no Médio Oriente e o posicionamento político das partes envolvidas. Uma fase houve em que os USA justificavam o uso do nuclear na sua versão moderada (Poder nuclear Civil (Construção de reactores nucleares). O domínio do nuclear militar sempre foi de uso restricto e secreto. Alguns países conseguiram obter o domínio do poderio nuclear militar (misseis nucleares,bombas nucleares,... e tratando-se de uma questão muito sensível, por aqui se fica. Informação sobre o nuclear existe e é abundante na Internet. Deixámos aqui algumas referências. Clique aqui, para Projecto Manhattan (USA). Existem filmes que descrevem a história da criação da(s) bombas nuclear(es), a descrição dos horrores, e as suas implicações {Oppenheimer (2023), A noite dos mortos vivos (1968), The day after (1983)}. O enredo dos filmes requer conhecimentos adequados da problemática nuclear.
A tentativa de descrição ,simplista e rudimentar, dos acontecimentos ocorridos no Japão(lançamento das bombas atómicas) foi feita em BERSOS MIRANDESES sob a designação "LA LHUZ- (pag. 134)" da autoria de Manuel Preto. A pergunta de Manuel Preto, que andou por Timor nesses tempos, continua actual. Sabeis vos qui iê um átomo?/Num sabeis?/Pus estai atentos.../
[Nota: agradece-se à família de Manuel Preto o acesso a este documento].
Nestes tempos desgovernados, liderados por zombies, a ameaça global está ao alcance de uns poucos. A complexidade da situação é ainda agravada pelo domínio de empresas tecnológicas e da IA (Google, Bezos, Elon Musk, e outros que tais). Se a inteligência humana não conseguir dominar os mandantes destas tecnologias, que sucederá aos humanos que ocuparão esta Terra, planeta maravilhoso?
A inversão total do mundo que conhecemos: as máquinas dominarão o humano, os seus habitantes seguirão como autómatos as máquinas inteligentes que lhe imporão as suas regras e os seus algoritmos.
Entretanto, aproveite-se o movimento da implantação das eólicas e exija-se o impossível: construção da mini-hídrica num dos arroios do rio Angueira,a instalação generalizada de paineis solares nas habitações das aldeias indefesas, meios de comunicação a sério. Futuros conquistadores do espaço, agradecerão. Haja esperança que a tormenta destes mandantes do mundo não durarão para todo o sempre,e a humanidade ainda vai regressar a este mundo ,matizado por uma natureza que vai evoluindo com novas espécies e renovação.

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