segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Abrindo caminhos em ...TEMPOS DE INCERTEZA


A nossa época testemunha, até à saturação, a primacia da alta finança sobre os demais valores, quer  de um passado remoto quer recente. As tensões do mundo moderno cada vez se agudizam mais. A vida das pequenas aldeias, isoladas, mergulhadas quantas vezes em princípios, usos e costumes medievais vão, invariavelmente sofrendo o impacto irreversível, da mudança provocada pelo fenómeno da globalização.

As convulsões sociais, económicas e políticas do Séc. XIX são quase e, apenas, objecto de estudo dos historiadores, ignoradas pelo comum dos cidadãos. Argumentos esquecidos, mas determinantes para a compreensão do mundo actual, de correntes económicas, contraditórias, de conceitos e valores opostos, da negação de qualquer valor, ético, religioso ou moral. As guerras religiosas na Europa já haviam levado o domínio da racionalidade e do humanismo, ao limite do absurdo.

As guerras mundiais, sangrentas, do Sec. XX, a nova partilha de poder com as consequências daí derivadas, determinaram o modo de viver de muitos povos, rasgando e redesenhando novas fronteiras, à custa de todos e para benefício exclusivo de alguns. As guerras mundiais GG1 (1914-1918) e  GG2 (1939-1945) não passam de afrontamentos letais entre os vários impérios, visando a superioridade de um império sobre o outro.

Na Grande Guerra (GG1) enfrentaram-se militarmente o império inglês e a crescente e próspera Alemanha. O domínio económico da Alemanha pretendeu impor-se ao domínio inglês, pela conquista das armas e da conquista de colónias, um pouco por toda a parte e, particularmente,em África. O vulcão tenebroso da GG1 apareceu sob um pretexto fútil, para fazer valer através da conquista militar uma cota maior no comércio e economia mundiais. Mas a guerra não é consentânea com impérios coloniais débeis e na inexistência de indústria. Na labareda de chamas da GG1, ateada pelos actores principais, arrastaram o mundo, através das suas alianças, previamente estabelecidas. Uma vez iniciada a loucura da guerra, todos os sentimentos humanos saíram de cena e todos os métodos, mesmo os mais absurdos, foram validados pelas nações. A industrialização da guerra permitiu o desenvolvimento de todo o arsenal de armamento. Os povos envolvidos contabilizaram por milhões os seus cidadãos, por  vidas interrompidas no seu curso normal.

A globalização do mundo começou efectivamente com as descobertas portuguesas e espanholas. A GG1 constituiu  na sua complexidade, uma fuga da Alemanha para acesso a novos mercados. A asfixia, segundo os alemães e a sua Kultur, tornava legítima a sua perspectiva mesmo através da acção militar. Com a  industrialzição, armamento e um poderoso exército pensou dominar outros impérios.  A destruição da frota naval inglesa, suporte do seu império colonial, só era possível pela existência de uma marinha alemã poderosa, capaz de enfrentar a máquina naval inglesa. Metodicamente preparou os seus plano Schlieffen, a regra e esquadro. Os resultados são conhecidos. A arrogância alemã  não adormeceu a  outra aliança, França -Rússia-Inglaterra. O nacionalismo exacerbado, a humilhação de pequenos povos, a arrogância de nações poderosas, a revanche, os ódios ancestrais, caldearam a guerra que iria acabar com todas as guerras. Como se viu , à GG1 sucedeu-se a GG2, de 1919-1945. Após um período de acalmia, novas incertezas surgem no horizonte. São os tempos de incerteza que hoje vivemos.

As previsões normalmente não coincidem com a realidade. O mundo actual assiste de novo, ao ressurgimento de toda a panóplia de argumentos que conduziram aos desastres apontados. O desfecho imprevisível da situação política mundial e da inabilidade política  evidente de alguns dos seus dirigentes, por exemplo, Trump e agentes menores podem fazer ressurgir palavreado antígo, que conduziu a holocaustos passados. O problema com Trump não é uma questão menor. Trata-se do Presidente da nação mais poderosa do mundo na actualidade, e uma decisão impensada sua pode facilmente transformar-se numa catástrofe gigantesca. A eleição improvável de Trump, transformou-se numa realidade assustadora. Ora a historia mostra como o voto popular pode também levar Hitler ao poder. Embora com contornos semelhantes, não se trata de uma situação análoga.

Resta a esperança da existência de contrapoderes suficientemente fortes que sejam capazes de contrabalançar o vocabulário e actos extremistas do personagem Trump. A ver vamos. Na América, o voto popular conduziu a um Trump. A França está ameaçada pela prima Le Pen. Na Holanda, há quem se reveja nestes dois espelhos . O Brexit joga em diferentes tabuleiros. Os pequenos países flutuam num mar de tormentas, sem qualquer horizonte seguro.

Mas se as ondas tormentosas podem afectar outros pequenos países, o nosso afundar-se-á com rapidez extrema. Os nossos políticos, em vez de estudarem as novas tormentas previsíveis e procurar novas soluções, que mais ou menos dia chegarão, divertem-se em palavreado inconsequente e obsceno. Vivem em tricas permanentes, em reinos que não existem mais. O falsário Passos Coelho parece já ter ultrapassado o cargo de Primeiro Ministro no exílio. Conspira com a inventona da chegada do diabo. O diabo troca-lhe as voltas e exige-lhe nova charada. E assim vai de patetice em patetice. Conspira na Europa e ameaça com déficite, à direita e à esquerda. A Maria dos Albuquerque nunca cumpriu o deficite, mas ataca. A ex-Ministra da Agricultura Cristas Rabo de Palha deixou a agricultura no estado letárgico em que se encontrava, há dezenas de anos. A autarquia de Lisboa movimenta muitos cifrões e ei-la na vanguarda do combate político. O guião do P. Portas foi lançado às malvas. Como toda a gente sabia, era música de fundo para embalar crianças. Este foi tratar da sua vidinha. Um seu ex-colega ministro, acusa-o de traição à Pátria.

Ultrapassado pelos acontecimentos, ataca na Caixa Geral de Depósitos. Tricas continuadas e sem fim. O papagaio Marques Mendes debita o que sabe e o que não sabe. A família PSD ataca Marcelo com fúria. Em vez de tratarem de fazer limpeza no jotista incompetente Passos Coelho e a sua camarilha  esperam que o seu recauchutado sebastião, que morreu numa incógnita praia africana, os conduza de novo à salvação  da Pátria. Os seus ideólogos de direita chique acoitam-se no jornal o Observador e tentam imitar e desculpar  os enganos do Trump.

A craveira intelectual dos acólitos de Passos Coelhos revela-se todos os dias nos debates na Assembleia da República. Têm rosto, nome e figura nas televisões. A política transformou-se em prática recorrente de chico-espertismo. Estas juventudes da treta, vadios da vida e ocos de pensamento, pensaram que a vida lhes traria o maná eterno.  Ao consagrado Relvas, o gestor das paróquias, restam-lhe as suas bem aventuradas negociatas. A corrupção, de esquerda e de direita, é norma neste país à beira mar plantado. O poder judicial vai dormitando à sombra da bananeira.  O cidadão português, médio, vai lendo os jornais de sangue e pernas desnudas. As televisões massacram com futebol e os seus insignes comentadores discutem as vírgulas dos árbitros.

O Portugal adormecido vai levantar-se de novo. As eleições autárquicas já estão à vista. Arregaçam as mangas com vigor inesperado. Os votos compram-se e vendem-se nas aldeias isoladas do mundo, mas que reclamam seriedade dos políticos. Como alguns  autarcas  dependem do exilado Primeiro Ministro, comem da gamela do partido. Nos outros partidos  procura fazer-se o mesmo. A tacharia alimenta os órfãos da família. É fácil governar com o dinheiro dos outros. E quando há esquemas envolvidos, sempre sobra alguma coisita para devaneios. Existe a garantia de que os filhos dos corruptos serão sempre gente séria. É um fartar vilanagem. Não há dia que a imprensa não revele novos casos de esquemas manhosos. Varrem todos os sectores: é negócio de sangue, é negócio de colégios, é negócio de banca, é negócio de banqueiros,  é negócio de vistos Gold, é negócio de PTs. É bancada  de Banif, de CGD, de BES, de Novo Banco, disto daquilo e daqueloutro. O povinho tudo paga. Para salvação da pátria e do castigo dos corpos do cidadão. Com mentiras inocentes de jotistas manhosos. O da Manta Rota nem se dignou ponderar o estoiro do BES. Nada custaria ao cidadão. Espere-se para crer, quando a tampa saltar.

A prosa parece corrosiva, mas não é. Qualquer pessoa de bom senso percebe que o país está economicamente preso por arames. Quem está a aguentar o barco, de forte rombo no casco-sempre com a dívida à perna, é o Banco Central Europeu. Esta dívida foi gerada pela Banca, pelos banqueiros da treta, e pelo endividamento dos particulares e das empresas. O cidadão comum não tem nada ou quase nada a ver com isto. A palhaçada da austeridade extrema e letal só poderia existir numa cabecinha vazia como a do Coelhinho mentiroso. e dos seus mandantes da Troika.  Pelo contrário, devia o PP ter dado o exemplo do trabalho sério e esforçado, durante a vida. Divertiu-se pela JSD com jotistas da sua igualha e tem a pretensão de voltar  como salvador da Pátria.  Não é preciso ir a Salamanca pedir o horóscopo.

Nem é necessário que o Presidente diga nada sobre o assunto. Toda a gente já percebeu que o ex-comentador Marcelo é bom de bola e que a investida contra Passos está à vista de todos. Quando chegar a oportunidade de dar a estocada no BE e no PCP não duvidará. Como os tempos são de incerteza, espera ele e muitos, a renovação  um novo centrão. Rui Rio, potencial actor, espera que lhe ponham o ovo no palheiro para daí sacar um pintainho. Em épocas difíceis, lidera-se. Escolheu o silêncio. Colocou o seu palheiro, há muito tempo, em chamas. Nada se espera daí. Por tudo isto, o país não tem canários à altura. Ao menos, a saída do Pafistão de cena e o envio da dupla PPC-PP para terras do demo, permitiram relaxar a sociedade pafista  das tensões existentes.

A questão do número do déficite estragou-lhe a anunciada vinda do diabo. Mas que ninguém se engane, a dívida só se paga se houver desenvolvimento que traga riqueza de valor acrescentado. Nem se engane o Presidente que com selfies se vai lá. No distrito de Bragança, não se exige uma fábrica Faurécia, apenas. Um equilíbrio sadio, deveria contabilizar dez a vinte Faurécias. Os campos abandonados da Cristas Rabo de Saia deveriam produzir e vender. O empreendedorismo de P. Coelho resume-se às noitadas extravagantes. A Alemanha industrializou-se pelo trabalho, sangue, suor e lágrimas. Nó seu próprio território e no dos outros. Esse caminho foi rejeitado por P. Coelho na juventude. Escolheu vida fácil de jota e a sabedoria  resultante de experiência feita evaporou-se em bebidas espirituosas. O Paulinho das Feiras, espertalhaço, logo tratou de tratar da vidinha. Pois, não.

A geringonça, de funcionamento difícil e caminho sinuoso, ou se aguenta ou não. Dito à la Pallisse. Os novos interpretes da Alt-Direita espreitam pelo buraco da fechadura, enviando as mensagens falsárias dos novos Trump e das Le Pen europeias.

Os tempos vindouros não serão fáceis, mas a realidade histórica constata que os pequenos países nunca tiveram a vida facilitada. Mas quando um pequeno país como Portugal tem minúsculos Guliver como políticos, estamos conversados. A diversão das autárquicas 2017 segue dentro de momentos. A bem da Nação, já não sei qual, aqui deixo o sítio de um excelente filme: Ladrão de Bicicletas.













quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Boas Festas de NATAL e ANO NOVO-2017


Adoração dos Pastores (Murilho)

O Natal é vivido em diferentes latitudes e com variados significados. Veja em baixo, s.f.f. diferentes canções de Natal. Clique no endereço respectivo.



Menino Jesus (Vitor Jara)

Eu vi o Menino Jesus (Amália Rodrigues)

Gingle Bells (Crianças) -Tocam os sinos

Holy Night (Crianças) - Noite Sagrada

Para a transição de ano 2016-2017- Ano de incerteza total, veja-se o excelente trabalho da canção realista - La Burgalesa , da raia nordestina e do grupo musical Galandum Galandaina.




quarta-feira, 6 de julho de 2016

A União Europeia - EU em chamas...

A União Europeia - EU -  em labaredas infernais ...


I - A União Europeia EU dos tecnocratas começa a sentir a rebelião dos povos. Nunca os actuais burocratas da Comissão Europeia de Bruxelas foram eleitos pelo voto popular. Pela primeira vez foram confrontados com problemas de semelhante magnitude,via referendo inglês com o desfecho conhecido BREXIT. A liderança da Alemanha, sob a batuta austeritária  do Ministro das  Finanças  - Wolfgang Schauble  reclama  pela mão do sector financeiro, as medidas punitivas do castigo no âmbito do procedimento por défice excessivo a Portugal e Espanha.

 Para os submissos lambe-botas portugueses de tal personagem, ficam as declarações de Wolfgang Schauble no sentido de aplicação de sanções,com chantagem velada dum segundo resgate a Portugal no horizonte. WS Instila o medo nos cidadãos europeus (ingleses, portugueses, espanhóis) e transforma-se ele próprio num delegado da grande finança, dos alemães e dos  especuladores financeiros. Os destinatários:  Passos Coelho, duende errante de pin na lapela e o consagrado consultor do FMI - devem guardar o registo dos beija-mão do passado.

Para completo esclarecimento, o citado Schauble determina dose dupla a saber:
  1. Austeridade agravada
  2. Perda de fundos europeus
 Como critério de aplicação exemplar, a EU decide, para casos idênticos por incumprimento do défice excessivo:
  • Ilibação de sanções à França
    • Condenação de Espanha e Portugal
É esta Europa, de gente mesquinha, peseteira, imcompetente, burocrática  e arrogante que nos governa. A Inglaterra, bem ou mal, decidiu pelo OUT e está decidido. A Comissão Europeia, em vez de reflectir sobre este acontecimento, de relevância transcendental para a Europa, através da análise aprofundada das causas e motivações, prefere o suicídio europeu. Wolfgang Schauble sabe das causas e motivações que conduziram às duas guerras mundiais, não ignora o defice excessivo alemão para os orçamentos militares, tal como não ignora que os casos da actualidade de 4 letras apenas escondem escândalos colossais: Deustche Bank e VW, ambos alemães. Esquece que a Alemanha, incumpridora, passou sem sanções, atravessando os pingos da chuva.

Fernando Torquaz tem um profundo e sincero respeito pela Alemanha e pelos alemães. Não esconde  a admiração pelos  Willy Brandt desse país e a janela de abertura ao mundo pela entrada nas portas do Instituto Alemão, em tempos de escuridão da velha senhora. Pois foi aí que muitos Fernando Torquaz aprenderam que a vida é digna de ser vivida, desprovida dos mostrengos alemães das GGM Contrariamente aos duendes de pin na lapela, há muitos que não têm dívida alguma para com os alemães, pagaram sempre a pronto todo o produto made in Germany e, portanto, foram contribuintes líquidos, a favor dos alemães. Claro que houve oportunistas que viveram acima das suas posses e beneficiaram dos euros alemães. Todos os Fernando Torquaz contribuem para esta farsa da transformação das dívidas aos bancos alemães em divida soberana e  é tempo de dizer basta. Os ingleses da classe média, e não só, disseram-no e fizeram-no por mil e uma razões. A direita trauliteira europeia, demagógica e populista, já lançou a fogueira incendiária pela EUROPA, por demasiadas vezes. Irónicamen e em abono da verdade, a Alemanha não pode ser responsabilizada por tudo. Os homens de mão de pin na lapela, os falsários relvas, a gentinha de colarinhos amarelos, os politiqueiros que nunca fizeram nada na vida, são directamente responsáveis pelo estado a que este país chegou. Na perspectiva de ganhuça fácil, mendigam-se subsídios europeus, despreza-se o trabalho, lança-se a dívida sobre os trabalhadores, destruiu-se a agricultura e a indústria, rouba-se nos bancos. Do saiote dum ex-presidente saem coelhos corruptos incessantemente. Já se desceu ao nível de director de museu. De submarinos passa-se indistintamente para perito de engenharia. Não se estuda, trafica-se influência. É a perversão completa do país.

A UE tratou Portugal de modo achincahante, onde míseros tostões dos orçamentos da UE permitiam resolver o problema de raiz dos pequenos e endividados países. Nunca  os Fernando Torquaz deste país declinaram fazer sacrifícios para pagar erros de dívidas alheias. Por essa mesma razão, os burocratas de Bruxelas, nacionais e todos os outros, devem ser questionados pelo defice democrático da Europa, em implosão, e do achincalhamento  cobarde  do cidadão europeu, pobre.

O duende Passos Coelho, na sua verborreia, nunca percebeu o que estava em causa na crise de 2007-2008 e nunca chegará a perceber que o seu lugar reside no túnel do Marão como controlador de tráfico. Os seus acólitos vão posicionar-se para as Autárquicas 2017 do ilustre Relvas, hoje despromovido, soldado raso de maus actos legislativos e pior memória. A factura do mendigo Passos é agora passada ao povo portugûes pelo mesmo Schauble que de forma vil e canalha, intimida e ameaça com um segundo resgate a Portugal, em condições ainda piores ao primeiro. Humilhada a Grécia, apoiada pelo imbecil Passos, volta-se agora para Portugal. Há ainda em Portugal quem tenha um pingo de vergonha patriótica e considere Schauble como um reles desclassificado prussiano. A Snra.Merkel, mesmo condicionada pelas eleições alemâs que se avizinham, ou põe ordem neste desclassificado ou seguirá na lista do ódio colocado aos europeus, sinceros e honestos, pelo farsante citado e que  culminará na até aqui respeitada Alemanha.

Claramente, as declarações de Schauble permitiram a instabilidade do mundo financeiro e a subida de juros que o povo português vai suportar. Não vale chorar sobre o mal já feito. Em situação difícil, os cobardes ajudam sempre a maior degradação e não ao estímulo. A isenção dos Fernando Turquaz  permite agradecer o apoio financeiro que, muitas vezes no silêncio da diplomacia, a Alemanha tem ajudado este pobre país que, outrora, foi Portugal.E que a crapulagem política portuguesa destruiu.

O défice excessivo de 2015 tem um responsável: Passos Coelho e todos os trastes da  pestilenta  geringonça chamada de Pafistão. Em escrito anterior, questionavaqm-se as facturas diferidas. Vão chegando, de mansinho. A factura Banif chegou, a CGD está para chegar e o BES-Novo Banco, de vícios antigos, está na calha.

O poder judicial dormita contemplando a doce corrrupção. Chegou-se ao tempo dos bárbaros onde a Justiça do bárbaro, apelidava o pobre autóctone, de ladrão. A AT-Autoridade Tribunária persegue o pobre cidadão que deve ao fisco uns míseros cêntimos ou euros e deixa, impunes, os corruptos de milhares, milhões, dezenas de milhares de milhões,... O descrédito nas lideranças políticas, económicas e judiciais é obvio, não carecendo de demonstração. Os corruptos proteger-se-ão sempre uns aos outros.

Jumento entre jumentos, fazia Passos Coelho jorrar nas noitadas divertidas da 24 de Julho, o vinho do delírio e da diversão,substituindo-se ao trabalho e estudo rigoroso, caminho duro e difícil. Não pode sacudir a água do capote e, cada vez mais, está encurralado entre os seus pares. A treta da competitividade de Passos Coelho é uma manifestação imbecil dum pensamento vazio, oco e sem conteúdo. A Alemanha estuda, trabalha e produz. Era a receita adequada para Portugal, que deveria ter sido seguida pelas elites portuguesas desde tempos imemoriais. A Alemanha, em primeira instância, não é culpada de tal situação e tem, em determinados sectores ajudado Portugal, no caminho de uma industrialização incipiente. Os Fernando Torquaz deste país reconhecem esse esforço, mas não toleram que um qualquer mostrengo prussiano, ponha em causa a sua soberania e honorabilidade, Não se recusam a pagar aos perdulários e chico-espertos bancos alemães, mas o roubo descarado ao povo português, se ainda houver povo livre da horda bárbara dos Coelhinhos deste país, mas não aceitam as condições humilhantes impostas.

 Os Fernando Torquaz, livres, ainda existentes, lutarão até ao fim e são conhecedores dos riscos. A hstória de muitos povos ensina o sacrificio, desumano e desmedido, ao levantar a voz contra um imperio poderoso. Passos Coelho , ao levantar a sua voz apoiando o poderoso alemão contra a Grécia, não tinha a ombridade moral, nem a percepção do risco que corria. Agora é ele Passos Coelho, o homem crucificado, a quem não se dará oportunidade de fuga.

A Paulo Portas o mérito da invenção da terminologia da geringonça. O povo português acha divertido e o reino do Pafistão aplaude. Os imbecis deputados aplaudem com fervor. Eis o retrato da classe política. Em ironia fina, para jumento perceber. Um exemplo de geringonça que a zona onde este texto é dirigido, pode significar arado rachado, símbolo primário de miséria tangencial, ao qual se atrela um jumento. Ora o Coelhinho ajusta~se na perfeição a tal geringonça. Tem pelo lustroso, luzidio e boas carnes para suportar a carga. O Paulinho, esse mais atrevidote, só pode sujeitar-se a arado ou geringonça normal e claro está, a geringonça requer dois trastes para cumprir bem  a função. A ex-Ministra da Agricultura conduz e puxa pelos arreios. Descansem os entendidos, esta virou menina amarelinha de escola, qual barbie moderna. Objecto de feira da vaidade de Portas, que ora se veste de vermelho ora de amarelo para gáudio do valoroso futebolista portugês ou da mãe miserabilista do colégio privado. Entretanto a agricultura continua na idade da pedra, a água continua a correr debaixo das pontes do rio Angueira, pois a sua função é lançar mão ao pote dos fundos europeus.

 Isto de geringonça, não é poesia. Já se vê com muita frequência por essas bandas dos Zoelas, tractores modernaços puxando burro e geringonça. Os alemães aplaudem; vendem tractores, o burro recebe subsídio, o político reinventa a geringonça, o director de colégio fino aplaude e educa novos dirigentes. O povo aguenta a canga.  Os bancos sugam-lhe os restos dos tostões das suas vidas. E voilá! Vive la France! Que viva Espanâ!  Deutsland uber allles!

Ao povo português fica reservado o pagamento das facturas que o intelecto curto dos coelhinhos nunca lhe permitirá entender.

 A bomba de relógio, a retardador, do BREXIT não tem desfecho conhecido. A crise do Brexit (Saída do Reino Unido(UK), por referendo da União Europeia (EU)  vai desencadear em toda a Europa uma névoa de acontecimentos, de desfecho imprevisível. A começar pelo Reino Unido. De imediato

  • Queda do 1º.Ministro e da Liderança do Partido Conservador
  • Guerra interna pela dirença do Partido Conservador
    • Por ora dois candidatos prováveis (Gove,Theresa May). Theresa May no poleiro!
      • Boris Johnson, fervoroso po Brexit, já se colocou fora da corrida
        • Queda do lider do Ukip
  • Partido Trabalhista:Liderança de Corbyn, questionada
    • Cisões internas, pro e contra Corbyn
  • Recriminações mútuas entre políticos
    • UK dividido ao meio, atravessando toda a sociedade civil

O referendo mergulhou a Grã-Bretanha numa crise, sem precedentes. O resultado imprevisivel do Brexit colocou a nu, os meandros labirinticos da política. A ideia do referendo começou por uma luta pela liderança do partido conservador para controlar os eurocépticos do partido. A ambição pessoal de Cameron leva-o a um referendo, cujo resultado lhe saiu de sinal oposto ao esperado. De simples divertimento politiqueiro, levou ao Brexit. Bomba atómica com ogivas múltiplas. Não têm  qualquer plano de saída.

O relatório Chilcot incrimina Blair pela posição assumida na Guerra do Iraque. Há vozes do Labour que o apontam como criminoso de guerra. O cidadão comum vê nas mãos de quem está metido. Juntem-se os Barrosos, que andam por aí e decida o povo acordar. O paraíso europeu, prometido, transformado em pesadelo. Schauble, para além dos castigos recentes, promete reforçar a punição.
E assim vai o mundo! Barroso a cobrar a factura pelo Iraque, no banco que ajudou a Grécia a maquilhar as contas, e consultor, imagine-se do processo Brexit. Blair em maus lençóis. Os homens da geringonça: Passos, Portas, Cristas amarelada e afins,  justificando os divinos direitos do Durão. Mundo sem limites, onde se diviniza e entroniza o dinheiro como divindade de culto supremo.
{Consulte o sítio IFO, clicando aqui}.
https://european.economicblogs.org/ifo-sinn-fuest/2016/fuest-165...

O Snr Schauble quer efectivamente afastar  os maus pensamentos, de todos aqueles que detestam as patifarias da austeridade e deste processo que a Europa-Alemanha inventou e que vai levar a um beco sem saída! Allez enfants de la Patrie ...Le jour de gloire est arrivé ...

De Inglaterra, a política da austeridade recebeu o BREXIT; da Itália está prestes a receber uma bomba de relógio a sério: 350 mil milhões de crédito mal parado da BANCA ITALIANA!  E anda o Snr Schauble a chatear com o déficit excessivo português! É só fazer as contas, como alguém diria.
A Espanha dorme em serviço e a vêr vamos! O Snr Rajoy entretem-se com as corrupções que por lá navegam! Sobre as sanções da Europa, à Espanha, diz nada.Tempos europeus de tempestades imprevistas.

As nuvens adensam-se e a resposta resume-se a Mar de tormentas ... em ano bissexto 2016 e seguintes !






quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Mar de tormentas ... em ano bissexto 2016!



O reinado do trágico Pafistão chegou, formalmente, ao fim. Os seus príncipes Paulo Portas-Passos Coelho já terminaram a sua ópera bufa. A muralha de aço da coligação Portas-Passos Coelho rompeu-se à primeira rajada de vento. O imbecil Passos Coelho pretende regressar como Dom Sebastião numa manhã de nevoeiro. O sarcástico Portas faz-se de morto e determina o seu apagamento político, numa densa mata de arvoredo impenetrável. Matreiro e cínico espreita a próxima oportunidade para ataque ao poder. Feita a introdução, seguramente pouco ao gosto dos apaniguados do reino do Pafistão, vamos aos factos. 

O vendaval da crise económica 2007-2008 semeou tempestades em países fragilizados, com particular incidência em pequenos países da EU: Irlanda,Portugal, Grécia e em países médios: Espanha e Itália. A EU do preconceito ideológico, comandada pela Alemanha, prussiana, aplicou doses letais e ínvias de uma austeridade extrema sobre países cuja defesa económica era  e é impossível e inviável. A Alemanha defende os seus interesses e é virtude sua criar riqueza. Em termos de ética e moral também estamos entendidos. Todos os políticos portugueses devem ser responsabilizados pela alienação da soberania portuguesa e que culminou no resgate da troika. O povo acaba castigado pela gentalha  que elegeu e os deputados aldrabões do bando premiados com benesses e licenciaturas fictícias à Relvas ou massacrado pelos  homens de mão de Paulo Portas na Assembleia da República.

 A Alemanha e a clubite rica associada transformou uma dívida bancária em dívida soberana dos países, violentando os cidadãos com impostos desmedidos,taxas e sobretaxas, para pagamento de dívidas contraídas pelos bancos, cuja ruinosa administração levou à intervenção da troika no país. Obectivo retorno dos capitais emprestados aos bancos destes países, à finança alemã. O conluio português entre os políticos e a economia gerou o submundo da corrupção, onde a crapulagem que polula pelos partidos encontra o seu modus vivendi. Esta crapulagem dos corruptos sabe que precisa de destruir a regulamentação do estado, desorganizar as instituições estatais, atacar o interesse público e endeusar os feudos privados. Recorre aos média e aos numerosos imbecis que gravitam em torno das televisões e a jornalistas blogueiros, pagos à linha para preencher papel. Cantigas de tanga, que só enganam os incautos. 


A tragicomédia da destruição do lixo tóxico Paulo Portas-Passos Coelho, adivinhava-se no horizonte temporal,pois se baseava na mentira repetida. Teve a grande virtude de despoletar, sem subterfúgios e  pela força da evidência, os raciocínios canhestros e o valor real de todos os agentes políticos que nos desmandam, destacar o significado do voto individual nas urnas das legislativas, colocar em polvorosa elites económicas em públicos manifestos, mostrar as instabilidade dos espiritos que julgavam já garantido o acesso ao pote público e o desespero ameaçador dos corruptos Marcos, Antónios e quejandos. À maioria da da gente recorrente dos partidos das Universidades de Verão e do Pulo do Lobo responde-se com cultura, firmeza e convicção de ideias respeitantes da delicadeza com que o ser humano deve ser tratado.

O povo português já tem dados suficientes para fazer julgamentos políticos. Cavaco Silva, grande responsável do imbróglio em que este país mergulhou e conhecedor do corrupto BPN e das suas gentes, desmereceu os votos de quem nele votou. O partido PS emaranhou-se em princípios ideológicos da era Blair que não são os seus e nos possíveis antros de corrupção que são as parcerias público-privadas. A suspeita de corrupção permitiu, com certas evidências sobre os seus dirigentes máximos atirá-lo para o fundo do poço. Os oportunistas Passos e Portas cavalgaram a onda de descontentamento generalizado e, apoiados num programa da troika-acéfalo e sem visão global do problema, afundaram o país num neo-liberalismo deliberado de desregulação da autoridade do estado, na falsa premissa de que o privado é que é bom, no acirrar do ódio ao funcionalismo público, nos cortes cegos do SNS, numa concepção pueril de empreendedorismo

Passos Coelho, seu protegido no Governo-pin na lapela, castigador além da troika, remete-se, agora, a uma atitude de cobardia sobre os actos do seu Governo e à espera dum qualquer golpe do destino que uma eventual queda do actual Governo Costa possa proporcionar. Passos Coelho, de intelecto curto, submeteu-se a uma Alemanha,prussiana e vingativa e a uma EU, sem linha dorsal. Esta EU permitiu, num comportamento canalha, a interferência do FMI. 


Para quem tinha dúvidas e acreditou num zé-ninguém, sem qualquer passado de trabalho digno desse nome, invocou sem mais a sua legitimidade de formar governo, baseado na tradição, sem lêr a constituição. É a velha tese da incompetência do dito cujo. A cena do seu coligado Paulo Portas é digno de registo nos anais de qualquer tablóide e só mostra o cinismo e o desprezo com que ostraciza os portugueses. A ânsia de poder do irrevogável.Devem ser-lhe apresentadas as contas e custos financeiros da sua irrevogável decisão. Cabe ao povo português varrer da cena políticos deste calibre, que nem pelo lançamento ao caixote do  lixo tóxico da história o povo se vê e verá livre tão cedo. Mundo do trabalho penalizado, mundo da corrupção e da negociata, impunes.

Há limites para tudo e para todas as patifarias desta dupla tóxica, mas a vida humana não pode ser questionada. Toda a estrutura responsável pela/s vida/s de São José devem ser levadas à barra dos tribunais. Desde Passos Coelho até Paulo Macedo, com todas as estruturas intermédias e seus agentes. Todos os Fernando Torquaz deste país se interrogam porque há dinheiro para BANIF falido, onde nem sequer falta uma papoila amada do PS, e não há dinheiro para salvar vidas num hospital público. Tudo sem conversa. Aguarda-se pela vigilância da Justiça Portuguesa, neste país à beira mar destruído. Rejeita todo o cidadão anónimo o conclusivo final: arquive-se.

Estes textos são necessariamente limitados e a profundidade da análise de temas tão variados requer análises de especialidade e de conhecimento de causa, dos problemas concretos. Não está ao alcance da área geográfica a que estes textos se destinam, mas para aqueles que originários da área de destino queiram aprofundar os assuntos remete-se para os sítios onde pode encontrar análises detalhadas. Cada caso(Grécia,Portugal,Irlanda,Espanha,Itátia) é um caso e requer, portanto, solução distinta. A Irlanda-cujo problema principal-residia no sector financeiro-fez ouvir a sua voz e,hoje, a sua dívida-após reestruturação do sector financeiro ronda os 109% PIB (2015), contra 120% - PIB de 2013. A Islândia optou por levar à barra dos tribunais os responsáveis pelo descalabro bancário. Julgados e alguns condenados. Em Portugal, terra de brandos costumes os responsáveis do BPN aguardam a morte da bezerra.
Evolução da dívida da Irlanda.

A dupla Passos-Portas vendeu a política de austeridade como a panaceia para a resolução de todos os males do país, esquecendo que o empreendedorismo não se realiza sem conhecimento científico e tecnológico e sem confiança no sector laboral. Destruiu empregos de forma sistemática, destruiu parte do sector produtivo do país, esbanjou dinheiro com o pagamento de subsídios de desemprego, lançou no desemprego e na incerteza centenas de milhar de pessoas, lançou a instabilidade e o caos nas vidas familiares e atribui subsídios de milhões ao sector de ensino privado. Ao cidadão normal pouco mais resta que o voto eleitoral, aliás facilmente adulterado. 

Os malabarismos de palavreado de Paulo Portas com os seus vistos Gold, geram corrupção mas não geram conhecimento. Sectores importantes da economia entregues a um malabarista, a um irrevogável que se guinda a vice-primeiro ministro pela chantagem a um Passos incompetente e que lhe entrega, de mão beijada, uma mão cheia de deputados-CDS, numa coligação tramposa e enganadora. 

Um Cavaco que valida um governo desta dupla, um presidente que olha com inveja para um crescimento de 6% da Irlanda, em  2015. Onde estão os conhecimentos de economia? Em nenhures. Os tempos não irão ser fáceis, mas esta dupla de vampiros sociais acabou em 2015. Os seus sequazes votaram num coelho em 2011, talvez tenham a ideia peregrina de votar num jumento em 2016. Este trio Cavaco-Passos Coelho-Portas deixa aos portugueses um rasto de mentiras e de facturas por pagar. Uma dívida que cresceu de 109% a 130% do PIB, em contraste com um decréscimo na Irlanda.

Os Fernando Torquaz deste país vêm neste trio a deselegância e a manipulação de comportamentos vis e canalhescos. Cavaco não se inibiu de lançar a intriga em esfera partidária que não é da sua competência (divisão em certos partidos) e a dupla tóxica de incitar ao ódio, à instabilidade política no país, sob a pretensa legitimidade de vitória eleitoral. Ainda o Coelho está para perceber o que lhe aconteceu. Pena é que a Justiça continue, impávida e serena no seu trono dourado. Reclamam os Fernandos Torquaz os desenvolvimentos da venda apressada de uma TAP e de outras processos obscenos. Querem saber de todas as facturas guardadas na gaveta até à falhada vitória eleitoral e que serão apresentadas invariavelmente ao povo português, em tempos próximos.

As do BANIF, BES, TAP e outras arquivadas na mentira da saída limpa do processo de ajuste já foram libertadas da gaveta, orquestrada conjuntamente com o pafioso Barroso. Como no meio de um combate letal não há alternativa ao cenário vida ou morte, também agora só resta lutar por um país justo e limpo dos corruptos infiltrados em todos os partidos ou ceder. 

Quanto ao Cavaco e afins, resta apenas esperar cerca de 25 dias para o desaparecimento político destas múmias e dinossauros. Passos Coelho já não passa de uma alma penada que circula pelos montes transmontanos onde ainda se ouve o seu ruído e quanto ao Portas, desaparece momentaneamente para parte incerta. Cristas, ex-ministra da agricultura, advogada com pretensão ao pote dos fundos europeus, perfila-se como miserável sucessora do cinismo de Portas. Ovo de ovíparo para desenvolvimento de nova serpente.

O povo português liberta-se deste trio jurássico. Que o espaço sideral os mantenha bem afastados do mundo terrestre por toda a eternidade. Cabe ao povo português libertar-se dos seus mensageiros. A começar pelas próximas eleições para as eleições presidenciais.

Por vezes os caminhos são longos e os percursos difíceis. O problema português não será resolvido enquanto o sector da Administração Pública não tiver autonomia. Independente dos partidos, eficiente e modernizada. Livre das Sociedades de Advogados, fazedores de leis por encomenda, e criadores de buracos na lei que lhes permita lucros chorudos, de retorno. Livre da gentalha dos assessores nomeados pelos Governos e pelos Paulo Portas. Livres e de vez recrutados numa Escola Superior de Administração Pública. As parcerias público-privadas serem tendencialmente eliminadas, com separação clara do sector público e privado. Os Relvas forçados ao estudo e ganhar a vida com uma profissão digna, com diplomas de seriedade, alcançados pelo esforço intelectual.

Acresce que os partidos não revelam grande importância ao desenvolvimento cultural dum povo, pois um povo inculto é mais fácil de domesticar. É uma vergonha ter a maior parte das aldeias sem meios de comunicação implantados como a Internet ou um pacote de canais TV de informação, de acesso livre. É conteúdo pornográfico ouvir das telefónicas a atribuição de centenas de milhões para os clubes de futebol. Afinal há dinheiro a rodos por aí, só não há para produção fabril e desenvolvimento industrial do país.Quem irá pagar a factura? Certamente, os de sempre, através dos contratos de prestação de serviços. Assim, vem o aumento dos contratos das telecomunicações em 2016.

As eleições presidenciais de 24 de Janeiro põem em confronto vários candidatos e perfis. A escolha, como sempre aqui tem sido defendido é do foro individual. Para quem tende para a redução da influência dos  bandos partidários na eleição presidencial, o leque de escolhas é fortemente reduzido.Que pode esperar-se dum candidato partidário, general romano marcelo, pregador semanal, manipulador e intriguista, gerador de cenários, mas perdedor em todos os combates políticos desde a liderança PSD à presidência da C. M. Lisboa? Movimento em águas estagnadas do conservadorismo e do status quo. Mergulho em águas turvas do Tejo.


Tempo de amores eternos

Os tempos são para decisões e para rompimentos deste estagnado mundo político. Bem prometeu P. Portas uma reforma do Estado, mas este propagandista de literatura de cordel não passou de umas simples folhas de texto sobre a reforma do estado, masque não passaram do papel. Interessam hoje homens que à partida inspiram confiança como: Sampaio da Nóvoa, Henrique Neto ou Paulo Morais. Todavia as probabilidades de vitória entre estas três candidaturas aponta para Sampaio da Nóvoa. 

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Em tempos de mudança anual de calendário e de festança rija com Baco à mistura, a lenda de lady Godiva recorda o aumento exagerado de impostos decretado pelo marido sobre os seus súbitos. Não conformada com o aumento, cumpriu a condição de exigência do marido de percorrer nua a cidade. A lenda foi registada na pintura.


Pintura de Lady Godiva (John Collier,1897).


Aos devaneios  derivados dos vinhos espirituosos responde a lei com penas de prisão, por simples piropos de ocasião. O marido de Lady Godiva mandou fechar todas as janelas da cidade para a sua passagem. Um houve que não cumpriu, e diz a lenda acabou cego. Todo o cidadão deve andar de olhos bem abertos para uma realidade que não será fácil. Na verdade, apenas a paulada de impostos está antecipadamente garantida para o ano bissexto 2016. E o adeus definitivo  ao Senhor Silva !




quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Boas festas de NATAL e ANO NOVO-2016.

Peter B.-O Velho

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Resultados das Eleições Legislativas - 2015


No Reino do Pafistão ...

No texto anterior, Fernando Torquaz escreveu:

"A coligação  PSD/CDS revela a falta de transparência, medo e despudor desta dupla de lixo tóxico, que se mascara debaixo duma sigla que designam por PaF, que poderia de igual modo chamar-se: PeF, PiF, PoF ou PuF. Escondem-se como cobardes, esquecendo a história dos seus partidos. Em termos simplistas dos reinos oportunistas do Pafistão ou Passistão, no dizer da dupla. A tacharia destes reinos faz esquecer o celebrado dito que se lixem as eleições."

O portugueses votaram, em plena liberdade, e o dia seguinte tem que ser escrito pela contagem dos votos entrados nas urnas. Houve votação, está votado! O resultado da contagem conduziu à elaboração da tabela abaixo, a partir dos dados obtidos em SGMAI - Eleições Legislativas - 2015



Partidos %
PPD/PSD.CDS-PP
36.86% de Votos
36,86% 1.993.921102
PS
32.31% de Votos
32,31% 1.747.68586
B.E.
10.19% de Votos
10,19% 550.89219
PCP-PEV
8.25% de Votos
8,25% 445.98017
PPD/PSD
1.50% de Votos
1,50% 81.0545
PAN
1.39% de Votos
1,39% 75.1401
PDR
1.14% de Votos
1,14% 61.6320
PCTP/MRPP
1.11% de Votos
1,11% 59.9550
L/TDA
0.73% de Votos
0,73% 39.3400
PNR
0.50% de Votos
0,50% 27.2690
MPT
0.42% de Votos
0,42% 22.5960
NC
0.40% de Votos
0,40% 21.4390
PTP-MAS
0.38% de Votos
0,38% 20.7490
PPM
0.28% de Votos
0,28% 14.8970
JPP
0.26% de Votos
0,26% 14.2850
PURP
0.26% de Votos
0,26% 13.9790
CDS-PP
0.14% de Votos
0,14% 7.5360
CDS-PP.PPM
0.07% de Votos
0,07% 3.6540
PPV/CDC
0.05% de Votos
0,05% 2.6590
PTP
0.03% de Votos
0,03% 1.7480

Abstenção



44.14%
Nulos: 89.544 (1.66%) Brancos: 112.851 (2.09%) Não Votaram: 4.273.748

Dos números reza a história:

A - Queira ou não queira a dupla Passos-Portas e o seu mentor Ministro sem Pasta, ausente em qualquer República das Bananas, os dados numéricos mostram:
  • O resultado do somatório dos dois partidos coligados, mascarados na sigla: PaF=PPD+CDS teve um número de deputados igual a:
    • N_Deputados (PaF)=97+5+3+(2)=107
      • Os mascarados (PPD,CDS) perderam 30 deputados, relativamente a 2011.
        • Perderam a maioria absoluta e, consequentemente, "o quero, posso e mando"
          • A dupla Passos-Portas perdeu a confiança cerca de 819000 eleitores.

B - A vitória à Pirro, desta dupla tóxica, traduz-se em perda da maioria absoluta, sem suporte parlamentar e, após a paranoia e  a euforia desmedida da noite eleitoral de 4 de Outubro, esta dupla volta à mentira, toldando de nevoeiro os espíritos menos críticos e intoxicando Portugal com tretas para adormecer os incautos. Passos Coelho, perigoso imbecil, em todo o seu esplendor. Qualquer cidadão lhe conhece as manhas e o chico espertismo. A sua patetice é estimulada pelos tachistas sem remissão, galantemente enganados por conveniência e outros tantos, facilmente modulados pela acriticidade dos seus espíritos. Vamos, de novo aos números.

O método de Hondt permitiu eleger à PaF: 5 deputados, com apenas 81054 votos e ainda mais 3 deputados pela emigração com base em  28000 votos contados.

    • A lei eleitoral permite eleger deputados com um número muito inferior de votos contados, à de muitos partidos votados. Assim, todos os partidos abaixo do PAN (tabela acima), não conseguiram eleger nenhum deputado. Milhares de votos deitados ao lixo!
      • A PaF conseguiu eleger mais uns deputados, com base na contagem de votos pelo método de Hondt, manhosice de que a PaF propositadamente tirou proveito.


    Apesar destes detalhes, os dados numéricos relevantes são, no entender de Fernando Torquaz, os seguintes.

    A soma dos votos das Eleições Legislativas de 2011, no que concerne aos partidos PSD + CDS totaliza: PPD+CDS=2813729 votos(total), em que a percentagem de votos CDS relativamente aos votos PSD é igual a cerca de 22%.


      • Soma_Votos(2011)=Votos(PSD)+Votos (CDS)=2159742(PSD)+653987(CDS)
        • Soma_Votos(2015)=Votos (PaF+PSD)=1993921
      • Decréscimo_votação PaF= - 819808 votos!
        • Aumento_Votação PS= + 179517 votos!

    Quer a dupla e seus sequazes goste quer não goste, a proclamada vitória eleitoral significa uma vitória à Pirro da PaF e uma inegável perda de votos por parte desta. Em rigor, a P. Portas, saiu-lhe a sorte grande, pois não é claro se está varrido da face eleitoral desta terra já que o número de votos do CDS em 2011 é inferior ao número de votos perdidos em 2015. Se admitirmos que o CDS ainda existe, então o número de votos-não mascarados do PSD, diminui substancialmente cerca de 22% e andará próximo dos :80+5+1< 89 PS. Os dados da dupla tóxica estão viciados. Também se terá de admitir que a votação PSD (genuina) é inferior à do partido em 2011, e só então discutir-se a comparação com o PS. Passos Coelho mascarou-se e vestiu a sua farda branca, de coelho albino.

    O menino de Belém trouxe prendas antecipadas à coligação PaF e os reis magos não andam por perto para vigiar a saúde dos josés e das marias. É a caldeirada política, à portuguesa. Se há algo de previsível, é o céu de Boliqueime. Resultado de políticos imberbes, coelhinhos atrevidos, mentirosos e inseguros. A maioria dos portugueses, por uma ou outra razão, estão contra a dupla destes falsários. Escudados, porém, pelos Bagões, Barrosos, José Fernandes, Ferreira Leites, Lobos Xavier e plêiade de estrelas cintilantes que, longe  dos telhados de telha vã e das angústias da falta de  carapaus para o jantar dos filhos, vêm o mundo real através do seu caleidoscópio. Muitos acoitam-s, gordose anafados, pelas TV e pelos jornais.




      C- Quer a dupla queira quer não, há muitos cidadãos eleitores que apenas procuram a verdade, por oposição aos acólitos passo-portistas  que ocupam todo o espectro do espaço político desde os aldrabões relvas, até aos corruptos marcos antónios da praça, aos jornalistas de estatísticas fáceis, aos jornalistas observadores, às TV do crime e do sangue, aos tachistas declarados e aos candidatos desempregados das várias juventudes, sedentos do acesso fácil ao pote público. Este pantanal há muito que foi criado, sendo as correspondentes facturas BPN, BES e quejandas virtualhas de podridão  oferecidas, neste enquadramento, ao cidadão eleitor como prato falsificado de cozido à Portuguesa.

      Regressemos aos números. O estudante das noitadas da 24 de Julho quer agora falsificar a simples aritmética. Todo o cidadão com uma 4ª classe bem feita pode seguir as contas. Tal como fizemos as contas com os deputados da PaF, combinação de dois partidos mascarados, também é possível fazer várias cambiantes com somas de outros partidos, estes - por acaso não mascarados. Assim, várias somas são possíveis:

        Soma 1: PS+PAN
        Soma 2: PS+BE
        Soma 3: PS+PCP
        Soma 4: PCP+BE
        Soma 5: PS+BE+PCP
        ....
        Claro que o cidadão eleitor percebe, com clareza, que o que dói à PaF é uma alternativa que consiga superar os 107 deputados da PaF. Como também percebe que a tacharia associada vive tempos de pânico e de horror. Também intui que o significado dos votos entra no domínio da psicologia e parapsicologia. Não são as sentenças de Passos, Portas e sequazes que, com puro ilusionismo, toldam o pensamento do cidadão. Há e haverá sempre quem pense pela própria cabeça.


        Das várias somas possíveis só um número muito restrito lhe perturba o sono à dupla fatídica. É  claro também que um domesticado Costa lhes facilitaria a vida e de que maneira. Por isso, toda a infâmia, calúnia e falta de rigor são admissíveis. Mas como o centrão  político funciona em termos de dinheirinho na carteira individual do político, todas as piruetas dos políticos matreiros e manhosos são possíveis: trânsfuga(s) de partido, queijos limianos, cisões partidárias, conversão tardia a novos compagnon de route. A autoridade republicana  do barão anquilosado que rejeita a república, atropela as regras constitucionais e declara aberta a sessão maquiavélica de uma estabilidade anti-natura tudo validará.

        Passos Coelho que, de modo arrogante rejeitou qualquer entendimento com os outros partidos-governando sem pudor, vergonha ou qualquer escrúpulo ou ética democrática numa persporrência inusitada de "quero,posso e mando" vem agora propor, de mansinho, um entendimento com ninguém- talvez  PAN no trampolim- e como se depreende, alguém o reduz ao seu papel de PM incompetente e de um mero farsante, sem validade de qualquer tipo. Um PSD jotista, comandando sem qualquer passado ou profissão, um partido que se diz social democrata. Apadrinhado por um presidente ausente, num local ignoto qualquer lá pelas bandas do reino das bananas - que muito bem pode ser apelidado do reino do imaginário PaFistão. O irrevogável mostra a sua arte nas artes de palhaço genuíno. Haja pachorra suficiente para fantasmas do além!

        Fervem, agora, os calções em aperto desmedido quando houve o tempo necessário para resolver a questão das eleições em tempo oportuno e salvaguarda de orçamentos anuais, aprovados no seu período de gestação normal. É ele o responsável  mor do pantanal, complexo e muito perigoso, em que o país está mergulhado. Ninguém tenha ilusões de tempos fáceis, nem no plano económico, político, ou social. A situação atual comporta toda a dinâmica de uma implosão gigantesca em várias frentes partidárias, de desfecho imprevisível, entre eles o  próprio  PS. Os dados foram lançados nas urnas, mas o desfecho das batalhas que aí virão são imprevisíveis. De um presidente em tempo de crise, esperava-se um Nuno Álvares, saiu na rifa ao povo português um bragança sem classe.

        A única certeza reside nas perspectivas amargas do cidadão, lançado num porvir problemático. As lamechas de promessas vindouras por parte da dupla são desmentidas pelos factos. Dívida pública_2015, cerca de 130%. Crescimento económico virtual, apenas  existente em devaneios líricos da dupla tóxica. A propaganda sobrepõe-se ao rigor da análise e dos jornalistas, sábios e isentos, já só resta um odor longínquo no horizonte. Em tempo devido, a Irlanda convidou Portugal para um dialogo. Passos rejeitou. Veja-se agora a sua dívida (da Irlanda) a descer para os 106% do PIB Passos foge da Irlanda e ameaça com a Grécia. Bom era que tratasse antes de arrumar a sua casa. A incompetência paga-se cara, não é White Rabbit?

        Um país lançado às feras do capitalismo selvagem pelas mãos de bestas politicas que nos têm governado, para benefício deles próprios e não dos interesses soberanos de um país. A sanha resultante da PaF contra a Soma 5, não resulta da Constituição - que nunca respeitaram - mas dos tachos que a agiotagem que gira em torno dos partidos, quer manter a todo e custo, e para quem dúvidas tiver quando se trata do dinheirinho da carteira pessoal, vão à descida dos infernos se necessário for.

        O estado actual das coisas tem uma vantagem: acaba com o verniz das maquilhagens políticas e cada político vai ter que escolher o campo de decisão. Hoje, todos os Costas deste país vão ter de fazer opções, com consequências imprevisíveis para o país. Quanto à dupla Passos-Portas, o seu letal suporte dos Relvas e dos Marcos Antónios define tudo. Portas foi engolido pelo decréscimo de votos e, portanto, que anda por aí a fazer? A ensaiar mais palhaçadas, à irrevogável? E qual o verdadeiro PSD não mascarado? Que validade tem fazer a comparação PaF e PS? Para bom entendedor, meia palavra basta. Mentiradas em lume brando.

        Fernando Torquaz, olha para o mapa político a cores e vê duas zonas contíguas de coloração diferente. Interroga-se sobre o significado do voto em Bragança, com o resultado PaF=2, PS=1 deputados. Em primeiro lugar, as eleições são descartáveis pois a previsão dos resultados é de antemão conhecida. Mas se o resultado das eleições ainda permite mudar as moscas, tal não sucede no distrito de Bragança. A bem de um distrito, invariavelmente condenado a desaparecimento precoce. Erga-se uma estátua a Adão, já que as eleiçoeiras Evas, só conduzem a três portões de fronteira: Pocinho, Régua e Vila Real. Sem escapatória possível, para o antigo reino de Leão. Emigrem, emigrem é o grito de guerra da PaF. O futuro será risonho e no dia de São Nunca À Tarde, florescerá em terra sempre adiada um campo de papoilas viçosas. Estes génios da boa governação, encarregar-se-ão de vender em hasta pública todas as escolas de Angueira ainda resistentes ao tempo, onde uns meros 27000 € não podem ser enquadrados em orçamentos anuais de cerca de 14 milhões de euro. Os espaços escolares oferecidos a particulares, à custa da compra de votos. E todos sabem: sabe o cidadão, sabe o vogal, sabe o presidente da Assembleia, sabem os Presidentes. No reino do Pafistão todos sabem, e todos fazem de conta.  Para lá do Marão, mandam os que do lado de cá estão. E tudo a bem da Nação e pelos valores mais altos da Pátria. 

        Poderia a Marselhesa ajudar neste pantanal europeu, mas o seu Presidente prefere serenatas ao luar à sua amada. Todos na Europa, fazem de conta, com excepção da aguerrida Germânia. Os políticos têm andado em roda livre e o Zé Povinho aceita a mentira piedosa de que a abstênção em 2015 foi menor que em eleições anteriores. Falso, dizem os números. Água incolor e inodora, que também vai sofrer o tumultuoso processo das enxurradas que se avizinham. The day after, irá mostrar os efeitos das bombas de relógio, prestes a explodir.


        Passos Coelho, ex-comunista dos seus tempos de imbecilidade descartável, ameaça agora com a matança dos inocentes por uma posição política, diferente da sua. Esquece que, na verdade, não é o centro do mundo nem o inventor supremo da austeridade. Muito antes, os trabalhadores deste país conheceram as situações de miséria extrema e a austeridade imposta corria-lhe nas veias, forçada embora. Pois é, Passos perdido, eleições antecipadas com maioria absoluta na mente constitui um quadro de traços dourados sobre um fundo azul. Só que um PM, de cabeça vazia, provindo de um boeiro não recomendável não faz história. Vai diretamente para o rio Letes!

        Conclusão: Os resultados eleitorais permitem todas as leituras possíveis, umas com carácter doloso intencional, outras não. Ao cidadão competiu usar o seu direito de voto. Nesta altura do campeonato, o Day After- Dia seguinte põe a nu a escolha individual de cada um. Embora o voto individual seja insignificante em termos globais, cada voto conta e cada um terá de arcar com as responsabilidades associadas ao seu voto. Gostaria que os prognósticos para o Natal fossem auspiciosos, mas as densas nuvens do horizonte fazem temer tempestades.



        sexta-feira, 2 de outubro de 2015

        Eleições legislativas 2015 - Hora da verdade

        Eleições legislativas - 2015

        Use a arma do voto a que tem direito

        No complexo quadro político, económico e social, exige-se que o voto seja consciente, pensado e bem fundamentado. Em escritos anteriores, proporcionámos alguns pontos de reflexão e não restam dúvidas quanto à valoração dos agentes políticos Paulo Portas - o irrevogável da treta  e Passos Coelho - o mentiroso recorrente, co-líderes.de um governo sem pudor, honra ou ética política.

        A coligação  PSD/CdS revela a falta de transparência, medo e despudor desta dupla de lixo tóxico, que se mascara debaixo duma sigla que designam por PaF, que poderia de igual modo chamar-se: PeF, PiF, PoF ou PuF. Escondem-se como cobardes, esquecendo a história dos seus partidos. Em termos simplistas dos reinos oportunistas do Pafistão ou Passistão, no dizer da dupla. A tacharia destes reinos faz esquecer o celebrado dito que se lixem as eleições.

        Esta dupla mentiu ao país em 2011, renegando tudo o que antes afirmara. Escondeu-se atrás duma troika para executar um programa neoliberal que conduziu e conduzirá o país a um regresso ao passado de miséria, sem retorno. Conduziu à emigração forçada das jóias mais preciosas deste país: a sua juventude e o know-how, indispensáveis à soberania e independência  do país. Liquidou a segurança social e o plano de reformas sustentável, a médio e longo prazo.

        A dívida pública cresceu de 106% aos 130 % do PIB. Juntou esta dupla dívida à dívida.
        A dívida privada de que se não fala é gigantesca. O investimento esperado bem pode esperar pelas calendas gregas. O défice não foi cumprido.

        Arroga-se  esta dupla o direito de salvadores da pátria, quando os seus actos políticos levaram a miséria a muitas famílias e os números do desemprego atingem a ordem dos 500 000. Condicionam, pelo medo, a liberdade dos portugueses  impondo ditatorialmente o pressuposto de que não há alternativa. Ameaçam com a o receio da sirização do país e da Grécia.

        Mentem descaradamente quanto aos sacrifícios exigidos aos portugueses. Escamoteiam o facto de que se destinam a pagar a dívida dos bancos e as suas trafulhices. O BPN é realidade tóxica e o BES está na lista de espera para novos sacrifícios e novo assalto fiscal. Cavaco testemunha a perversão dos responsáveis do BPN e foi beneficiário de montantes elevados de lucro fácil. Quantos portugueses se podem vangloriar de lucros de 200 000 euros no curto espaço de um ano? Fuja das comemorações do 5 de Outubro que te podem fazer barão.

        O caso  BES do aldrabão Passos aguarda em stand by. As garantias de Passos Coelho são mentiras delico-doces de um serventuário do grande capital. A respeitável Alemanha batota na WW e batota no DB. Como batotou, de modo insidioso, no passado. A austeridade é prato requentado oferecido aos povos mal comportados. De um sem profissão não se aceitam lições de ética ou moral. Aplicando o seu próprio formulário, deve ser colocado no túnel do Marão, como portagista, em regime de estagiário temporário.

        A corrupção grassa nos partidos do arco do poder. A herança socrática intensifica a zona de penumbra  onde se move o PS e A. Costa. A cabeça da hierarquia política governante está inquinada. Miguel Macedo e sus muchachos andam ,como arguidos, pelas zonas sombra da política. Portas tem de explicar, claramente explicado, o caso dos submarinos. Só por esta via se libertará deste libelo. Tem fotocópias em abundância para uma cabal explicação. Deixa as frases pousadas de grande personagem e explica, em tal anúncio, como se  os portugueses fossem parvos.

        Os média T.V. e outros influenciam, pesadamente, os cérebros fragéis, sem sólida formação ideológica e cultural. Dos observadores aos Fernandes tudo vale.

        São criminosos todos os políticos que ao povo genuíno deixam, apenas, os fados e bailaricos das T.V. generalistas: RTP1, RTP2,TVI e SIC.

        As eleições, sem cultura sólida, são um mero ritual e para todos os efeitos quase inúteis. Os deputados eleitos por Bragança, em número de 3, dividem-se em dois grupos:  2x PS ou 1xPSD - ou vice-versa. Um dos deputados do PSD vegeta na lista de deputados há 24 anos. Silva eterna. Assistiu ao desmantelamento do combóio, por processo ínvio e covarde. Assistirá impávido à introdução de portagens na autoestrada-sem qualquer alternativa, ou no genial e douto pensamento da existência de alternativa das estradas dos tempos da velhinha senhora.

        Este deputado - promovido a examinador no caso Swaps  faz parte dos vendilhões das empresas estruturantes e fundamentais de qualquer país. Transformaram os habitantes de um território-outrora Portugal em meros pagadores de rendas como o caso da EDP. O licenciado Relvas tratou de eliminar freguesias e fazer surgir do nada novas abencerragens. Apenas os cifrões contam para este tipo de gente. Assim a escola de Angueira está colocada em hasta pública. Licite, licite e concatene. As catenárias a outros pertencem. Espera-se, vivamente, que se siga a escola de Caçarelhos e todas as escolas do concelho, transportando de novo todas as gentes deste território ao período medieval. Como o tempo é de cifrões, sempre haverá uma bolsa mais avantajada, que possa comprar em hasta pública o edifício da Câmara Municipal de Vimioso com todo o seu recheio, móvel ou imóvel.

        Como sempre, o voto é do foro individual e exercido em plena consciência e plena liberdade de pensamento e de acção. Todavia, não haverá após as eleições escusas para o Day After...